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Roberto Fernandes Monteiro
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Especialista em Direito Civil, atento aos rígidos padrões éticos e profissionais
Especialista em Direito Processual Civil, Direito Imobiliario e Direito de Familia; Advogado Perito;
(www.assejuri.adv.br).
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Roberto Fernandes Monteiro
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Roberto Fernandes Monteiro
Comentário ·
há 8 anos
Qual é a verdade jurídica nos processos de tráfico de drogas?
Canal Ciências Criminais
·
há 8 anos
Boa noite, inicialmente registro que faltou a indicação profissional e o currículo da Ilma. Mariana Py junto a excelente matéria. Em segundo lugar, não posso deixar de reverenciar e aplaudir a Autora Maria Gorete de Jesus, pelo estupendo trabalho, que de fato retrata fielmente o sistema judiciário na esfera criminal,. Aquele que pratica diariamente, e teve acesso ao livro, ou até mesmo a laboriosa síntese tratada nesta matéria sabe, e sofre, pois a identificação das sintaxes trazidas neste pequeno "relato" é automática. PARABENS Mariana e PARABENS Maria Gorete.
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Roberto Fernandes Monteiro
Comentário ·
há 8 anos
Sorteio. Direito Civil. Volume 3. Teoria Geral dos Contratos e Contratos em Espécie. Edição 2018
Flávio Tartuce
·
há 8 anos
Vamos participar, Flávio Tartuce é imperdível... Conhecimento é a chave do BOM DIREITO...
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Roberto Fernandes Monteiro
Comentário ·
há 9 anos
STJ publica decisão que significa grande retrocesso para o Direito das Famílias no Brasil
Flávio Tartuce
·
há 9 anos
Boa tarde a todos...
Deixo aqui uma lição prática, uma experiencia vivida que tem tudo a ver com o tema apresentado. Porém, conforme será verificado, o tema não pode ser tratado somente sob a ótica de que tal decisão é um retrocesso.
Pois, vejam, advoguei em um caso em que um casal já separado judicialmente a 8 anos voltou a se relacionar, e algum tempo após, a residir juntos.
Por tal motivo me procuraram pois tinham intenção de "casar" novamente.
Expliquei-lhes que, como não eram divorciados mas tão somente separados judicialmente, poderiam desarquivar o processo de separação judicial e entrar com pedido para "restabelecer" a sociedade conjugal", com fundamento no art. 1.577, do C. Civil, e a partir da data da homologação da sentença, voltariam a condição de casados.
Valendo acrescentar ainda que, o"restabelecimento"da sociedade conjugal, pode ser feito também através de Escritura Pública (art. 48, da Resolução: 35, de 24 de abril de 2007, do CNJ, estabelece que “o restabelecimento de sociedade conjugal pode ser feito por escritura pública, ainda que a separação tenha sido judicial").
Desta forma, o meu ponto de vista é no sentido de que tal instituto (da separação judicial) deve ser mantido, ante a possibilidade de ex-casais separados através da ação judicial de separação, passados os problemas que os levaram a separar-se, voltarem a se relacionar e, reatando, restabelecerem a sociedade conjugal. O que não seria (será) possível, se somente existisse a figura do Divórcio direto.
E ouso inclusive afirmar que, este foi também o espirito precípuo do legislador atual, a luz do que consta do novel
CPC
em seus artigos
694
e
696
.
Por tais razões, comungo com a Ilustre a Ministra Isabel Gallotti que disse que a separação é uma modalidade de extinção da sociedade conjugal que põe fim aos deveres de coabitação, fidelidade e ao regime de bens. Já o divórcio extingue o casamento e reflete diretamente sobre o estado civil da pessoa. “A separação é uma medida temporária e de escolha pessoal dos envolvidos, que podem optar, a qualquer tempo, por restabelecer a sociedade conjugal ou pela sua conversão definitiva em divórcio para dissolução do casamento”.
Abcs
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Alessandra Strazzi
Artigo ·
há 3 anos
Evite Prejuízos: Entenda Como Funciona a Renúncia de Valores no Juizado Especial Federal
Descubra como funciona a renúncia ao teto juizado especial federal, qual é limite, em qual momento deve ser feita e o que diz o Tema 1030/STJ. E se você gostar desse artigo, que tal me seguir aqui no...
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Superior Tribunal de Justiça
Notícia ·
há 18 anos
Ex-companheiro tem direito à metade dos bens adquiridos em união estável, mesmo sem contribuir financeiramente
A divisão dos bens adquiridos por casal durante união estável também deve levar em conta a contribuição indireta (não material) de cada companheiro, não apenas as provas de contribuição direta com...
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Edicélia Lemos Advocacia e Assessoria Jurídica
Artigo ·
há 6 anos
A partilha de bens na União Estável: os bens que se comunicam e os que não se comunicam entre o casal
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